Quinta de Quetzal

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É na Quinta de Quetzal, em Vila de Frades, no coração do Alentejo, que encontramos um grande painel de azulejos, produzido na fábrica de cerâmica Viúva Lamego.

É logo à entrada da sala onde funciona o restaurante que o nosso olhar se fixa de imediato num grande painel composto por 915 azulejos e com uma área de 17,94 metros quadrados, com um desenho colorido de um Quetzal, a ave que dá nome à quinta e também a alguns dos seus vinhos.

Produzido na fábrica de cerâmica Viúva Lamego e inspirado numa ilustração da magnífica Henriette Arcelin, uma artista que tem trabalhado várias vezes com a Viúva Lamego, este grande painel é o cartão-de- visita do restaurante, merecendo honras de destaque numa das suas paredes.

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Bairro do Avillez

Bairro do Avillez

É no Bairro do Avillez, o mais recente espaço do chef estrela Michelin, José Avillez, que encontramos um painel de azulejos produzido e pintado na fábrica de cerâmica Viúva Lamego.

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Pop Galo de Joana Vasconcelos

luis-vasconcelos_7Chama-se Pop Galo e é a nova obra de Joana Vasconcelos.
Trata-se de uma reinterpretação do famoso Galo de Barcelos com 10 metros de altura, cerca de quatro toneladas e composta por 16,000 leds e 17,000 azulejos produzidos e pintados à mão na fábrica de cerâmica Viúva Lamego.
A Viúva Lamego trabalhou em estreita colaboração com a artista no desenvolvimento de técnicas que permitiram adaptar os azulejos à forma tridimensional da estrutura e de cinco cores sólidas que fossem ao encontro dos critérios estéticos do projecto, um desafio prontamente aceite e superado com êxito.
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Grande mural de azulejos de André Saraiva

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O Jardim Botto Machado, em Lisboa, foi o local escolhido para receber o painel de azulejos pintados à mão pelo artista André Saraiva.

O extenso mural, com uma área total de 1011.1 m2 e 188 metros de comprimento foi decorado de acordo com o estilo irreverente que caracteriza o trabalho do artista.

Este painel foi uma iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa/MUDE – Museu do Design e da Moda e da Junta de Freguesia de São Vicente e foi executado na fábrica de cerâmica Viúva Lamego, seguindo técnicas e métodos de produção artesanais e pintado à mão pelo artista naquele espaço, resultando numa peça única composta por 52.738 azulejos.

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O cacilheiro “Trafaria Praia”

Por ocasião da 55ª Bienal de Arte de Veneza, em 2013, a artista plástica Joana Vasconcelos apresentou o cacilheiro “Trafaria Praia”. Este cacilheiro funcionou como pavilhão flutuante de Portugal, numa intervenção da artista que resultou na aplicação de um painel de azulejos pintado à mão pelos mestres da Viúva Lamego.

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Prémios Pritzker

O prémio Pritzker de arquitetura existe desde 1979 por iniciativa da Fundação Hyatt, que tem como objetivo distinguir anualmente um arquiteto (vivo) cujo trabalho combine talento, visão e compromisso. Em cada ano surgem cerca de 500 candidatos provenientes de 40 países, dado ser um prémio de elevada relevância a nível internacional também designado como o ‘Prémio Nobel da Arquitetura’.

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Loja Viúva Lamego como palco da peça “Estação Terminal” da Companhia Limitada.

Com o objetivo de “reinventar a solidão” a “Estação Terminal”, num percurso andado, encheu o Bairro do Intendente.

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Metro de Tomberg

As paredes do corredor da entrada da estação de metro de Tomberg, em Bruxelas, foram valorizadas com placas com acabamento vidrado, duplo esponjado e pintura manual da Viúva Lamego, fornecidas em 1998 e posteriormente em 2013 para as obras de ampliação da estação.

O projeto foi desenvolvido pelos arquitetos Guy Rombouts e Monica Droste, cujo tema é um alfabeto original em que cada letra é representada por uma linha e uma cor. O jogo de palavras e onomatopeias utilizadas assumem a forma de plantas, animais ou pessoas.

Escola Marsens na Suíça

A Viúva Lamego pelo facto de ser uma referência na arte da Azulejaria, volta a ser convidada para fazer parte de um projeto internacional, através do arquiteto Vincent Rapin. A escola Marsens, na Suíça, trata-se de uma obra que fora meticulosamente e habilmente projetada, contando com 310 m2 de faixas vidradas branco da Viúva Lamego.

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Painel Cinético valoriza elevador da Bica

Os dois muros contíguos ao edifício do Elevador da Bica, em Lisboa, foram valorizados com painéis de azulejos a preto e branco, que sugerem uma ilusão ótica de tridimensionalidade. São uma criação das arquitetas Rita e Catarina Almada Negreiros.
Os dois painéis simétricos têm uma área total de 54 m2 e apresentam múltiplas visões, devido à utilização do Azulejo Cinético da Viúva Lamego.

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